
CS Comunicação e Segurança marcou presença na 14° Exposec - International Security Fair, em São Paulo
A CS Comunicação e Segurança marcou presença na 14° Exposec - International Security Fair, em São Paulo.
Durante os 03 dias do evento, passaram pelo estande inúmeros visitantes, empresários e profissionais da área de segurança.
A participação na Exposec superou todas as expectativas da CS, que aproveitou a oportunidade para lançar novos produtos, sua nova identidade visual e seu novo conceito.
Tecnologia, Inovação e qualidade, foram às palavras que definiram o novo conceito da CS. Sua nova identidade visual foi inspirada nas características inovadoras das pessoas que compõem a sua equipe e os produtos da empresa. A nova marca surge como imagem intangível e vai de encontro ao conceito “Ver sem ser visto”, avalizando assim, a qualidade no desenvolvimento e na busca de novos produtos para oferecer ao mercado.
Agradecemos a presença de todos que visitaram nosso estande.
Foram inúmeros contatos registrados que fizeram da nossa participação um sucesso, em conjunto com o lançamento da nova linha de CFTV.
PM debate uso de sistemas em congresso de Segurança Eletrônica
A Polícia Militar realizou neste
fim de semana, em Curitiba, o I Congresso de Segurança Eletrônica – Panorama
Atual e Perspectivas do Futuro. Diversas palestras foram ministradas durante os
dois dias de atividades com diversos profissionais de segurança pública do país,
mostrando as novidades tecnológicas e, inclusive, as opções a serem utilizadas
durante a Copa de 2014.
Participaram policiais militares, além de
profissionais de segurança pública da Polícia Civil, Polícia Federal, Força
Aérea, Marinha, Aeronáutica, entre outros. Segundo o major Adonis Nobor
Furuushi, coordenador do evento, será criado um fórum virtual para que as
questões levantadas durante o congresso sejam discutidas e possam se tornar
propostas de segurança pública.
Palestrantes de renome nacional
participaram do evento, levantando discussões sobre temas como o monitoramento
eletrônico, os aspectos legais do uso de tecnologias de segurança eletrônica e o
uso de equipamentos de identificação biométrica. Um deles foi o capitão Marcos
Edaes Nóbrega, do Centro de Processamentos de Dados na Fábrica de Softwares da
Polícia Militar de São Paulo.
Segundo o policial, já há algum tempo
percebeu-se que não adianta aumentar o efetivo da PM em São Paulo para combater o
crime. “Investe-se bastante na área de inteligência de tecnologia, procurando
levar ao policial que está na rua sistemas que lhe permitam interagir com outros
policiais, como bancos de dados, e até mesmo planejamento para intensificar o
policiamento em áreas adequadas”, afirmou. “O policial fica mais presente e mais
ativo se apoiado por sistemas”, concluiu.
Os policiais que participaram
das atividades poderão colocar em prática o conhecimento adquirido, por exemplo,
durante o período da Copa de 2014. “São conhecimentos que podem ser utilizados
no cotidiano, mas um dos objetivos é preparar os policiais militares para atuar
na segurança da Copa de 2014, como na entrada e dentro dos estádios, nas ruas,
aeroportos e outros locais que envolvam aglomeração de pessoas”, explica Adonis.
São várias as situações em que a segurança eletrônica pode e deve ser
utilizada durante eventos dessa magnitude. “Desde o momento em que o torcedor
sai da sua residência, ou que chega um visitante em nossos aeroportos, passa
pelos sistemas de transporte público, por logradouros públicos, a cercania dos
estádios, o controle de acesso, o controle de monitoramento interno do estádio,
os controles de incêndio, a evacuação em casos de calamidades. Todos esses
sistemas já existem ou estão sendo implantados”, diz Adonis
Investimento em segurança eletrônica
Nos últimos meses uma série de assaltos a joalherias em shopping-centers de São Paulo, Rio de Janeiro e outros estados tem gerado medo e insegurança entre lojistas e consumidores.
Graças aos sistemas de segurança de alguns desses estabelecimentos, vários criminosos puderam ser presos. A onda de roubos fez com que comerciantes e administradores de shopping-centers, pensando na prevenção de novos ataques, ampliassem o investimento em segurança, aumentando a procura, principalmente, por empresas especializadas em vigilância eletrônica.
Segundo especialistas, houve um crescimento na demanda dos serviços prestados pelo setor nos últimos três meses. Entretanto, nem sempre esse tipo de investimento é visto como prioridade. "Infelizmente, algumas empresas e condomínios só investem em segurança quando ocorre algo inesperado". Mesmo assim, as empresas estão confiante no aquecimento do setor, e apostam nas novas tecnologias que têm chegado ao mercado.
PM investe em tecnologia para Copa de 2014
Para
garantir a segurança dos paulistas, proporcionando serviços mais
eficientes de atendimento, a Polícia Militar encerra, neste mês de
julho, a implantação de mais uma ferramenta para dar apoio às suas
ações, visando à preparação para receber a Copa do Mundo de 2014.
O
Projeto de Gestão de Processos e Serviços (GPServ) foi criado para
desenvolver e implementar um sistema de gestão para os serviços de
Tecnologia da Informação e Comunicação da PM. O estudo para a criação do
projeto começou em 2005, e começou a ser implantado em dezembro de
2007.
No dia 13 de julho, será realizada, no auditório do
Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Perícias,
Informações e Pesquisas (Sescon) de São Paulo, a solenidade de
encerramento da implantação do projeto.
O GPServ é uma ferramenta
de controle dos serviços de tecnologia, que sustenta toda a base de
atendimento da PM, inclusive o serviço de emergência 190, que atende
mais de 50 mil ocorrências diárias.
Para garantir a qualidade e
eficiência do projeto, foram seguidos os principais modelos de controle
internacionais. “O projeto é o primeiro no mundo a seguir todas as
medidas recomendadas pela nova versão da Information Technology
Infrastructure Library (ITIL)”, ressalta a capitã Marta das Graças de
Souza e Sousa, da Seção de Inovação Tecnológica da Polícia Militar.
Dentro
do projeto, também foi implantado um Contact Center, para receber
ligações de eventuais reclamações e tomar as medidas necessárias para
melhorar o atendimento.









